Cansei de discutir com meus colegas comentaristas que diziam: “Torcida organizada só tem bandido/ é tudo um bando de arruaceiro vagabundo que não tem o que fazer e só vai para o estádio arrumar confusão. Tem que extinguir!”
Não, torcida organizada não é “tudo bandido”. Tem muita gente que vai porque é legal se reunir com pessoas que torcem para o mesmo time que o seu, participar de uma caravana, fazer coreografias, desenrolar um bandeirão, cantar gritos de guerra. Que não, não deveriam ser violentos, mas embora choquem pelas letras, são pura explosão de “trolagem” futebolística (“Dá porrada em Gavião”... ) e as pessoas que cantam isso nem sempre o desejam e praticam (a maioria, graças a deus). Como as que gritam da arquibancada: “Quebra a perna desse filho-da-puta!”.
“Você tá dizendo que não tem bandido na torcida organizada?? Idiota, inocente útil. EU VI o que esses caras fizeram com um senhor idoso. EU VI eles espancando um cara porque tinha camisa do outro time”.
TEM BANDIDO na torcida organizada. NÃO É TUDO BANDIDO.
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No começo do governo Lula, José Graziano, então Ministro da Segurança Alimentar e do Combate à Fome, disse em evento na FIESP http://gazetaweb.globo.com/gazetadealagoas/acervo.php?c=25585 que “ou a gente cria emprego no semi-árido, oportunidade de educação, cidadania, ou a gente vai ter de continuar andando de carro blindado aqui”. Infeliz, coitado, mas o mundo caiu de pau nele dizendo que ele estava chamando os nordestinos de bandido. CLARO que ele estava falando de êxodo desembestado, inchaço das cidades, desenraizamento e no caldo de cultura para a violência que se forma. Os bolsões de miséria são caldo de cultura para a violência, não são? Em todo caso, massacraram o ministro.
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Entrevista para o Estadão: “Tem corrupção no Legislativo. Projetos só são aprovados na base do ‘acordo’. Na melhor das hipóteses, acordo firmado em termos republicanos, contemplando o verdadeiro interesse público. Na pior, envolvendo dinheiro”.
Pronto, fui para a Corregedoria, por “denegrir a imagem do Legislativo”. E, sem dar nomes de quem são os corruptos, estava por extensão acusando todos os vereadores.
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Comentário na ESPN, a respeito de decisões esquisitíssimas da Justiça do Rio de Janeiro relacionadas à sucessão na Federação Carioca: “Tem corrupção no Executivo, tem corrupção no Legislativo e a gente discute isso o tempo todo; é preciso admitir que tem corrupção também no Judiciário”.
A APAMAGIS – Associação Paulista de Magistrados – me interpelou judicialmente, porque eu estava atacando a instituição do Judiciário, ao “colocar todos os juízes na vala comum”.
Eliana Calmon, do CNJ, passou por coisa muito parecida recentemente ao dizer que “há bandidos de toga infiltrados no Judiciário”. Pra que...
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Tem bandido fardado. Tem bandido com anel de doutor. Tem bandido em Sindicato. Tem bandido nos Jardins. Tem bandido no empresariado. Tem bandido na favela. Tem bandido no samba. Tem bandido no governo. Tem bandido no funk. Tem bandido assistindo Ópera. Tem bandido traficando arma e patrocinando cinema. Tem bandido e tem inocente na cadeia. Tem bandido nas melhores famílias.
Tem bandido se aproveitando da miséria alheia, SEMPRE. Desocupação é um momento em que eles ficam super assanhados - porque vivem ou atuam ali e perderão o poder sobre o seu feudo (poder baseado na combinação nojenta de ameaça e proteção ou porque querem sempre confronto com a polícia e o governo). E tocam o terror... Ao menos no Pinheirinho não usaram mulheres e crianças como escudo, e sim bombonas. Ali havia trabalhadores? Claro que sim. E bandidos infiltrados e em algumas posições de comando? Claro que sim.
Bandidos agem de muitas maneiras e eu conheci bem de perto algumas delas (Favela do Sapo, por exemplo). Alguns mentem para as pessoas (“ninguém vai sair, deixa conosco; não precisa se preocupar que a gente garante – SABENDO que o pau vai comer e que os mais indefesos são os que vão se ferrar mais). Outros sabotam qualquer tentativa de conversa e negociação civilizada, colocando exigências e mais exigências impossíveis. Outros ameaçam as pessoas para que NÃO aceitem fazer acordo. Outros, ainda, praticam a especulação imobiliária – erguem da noite pro dia uma dúzia de barracos e colocam gente ali pra dizer “sou morador, também quero indenização/moradia”. Na hora da remoção, é confusão certa – não era morador, não foi cadastrado e ali sequer era moradia.
Governos erram de muitas maneiras e eu conheci bem de perto algumas delas. Quando decidem desocupar de uma vez – porque é reintegração de posse, área de risco, área destinada a outra finalidade que não moradia – batem cabeça a torto e direito. A Assistência Social não conversa com a Habitação que não se entende com a PM e a Guarda Civil que não combinou nada com ninguém. A Habitação leva dois séculos para fazer o cadastro e com isso dá toda oportunidade para que a população local cresça subitamente em função disso – e, ainda que conseguisse realmente “congelar a área”, não tem boas alternativas para todo mundo. O certo, aliás, é ter muitas alternativas antes de dizer para as pessoas “vocês tem de sair”, respeitadas as situações de emergência absoluta (tipo risco de desabamento). Quais alternativas? Moradia definitiva (apartamentos, casas), aluguel social, hotel social, albergue e, por último, abrigo. (Se bem que, como praticamente só tem albergue para homens, acaba sendo melhor para as famílias irem para abrigos... Mas isso nunca deveria ser uma situação com “prazo indeterminado”, e acaba sendo... O provisório definitivo, que é sempre uma merda).
Polícia e Guarda Civil erram de muitas maneiras e também já estive de cara com elas. Cassetetes, coturnos, cavalos, mãos, balas de borracha, bombas de “efeito moral”, spray de pimenta, revólveres. Tem c#gada pra todos os gostos. São estúpidos com pessoas indefesas, intransigentes com aqueles que não querem guerrear, violentos com indefesos ainda que sejam os bandidos. Três contra um, agredir alguém caído etc são formas de VIOLÊNCIA e a polícia pode agir com firmeza, mas não PODE ser violenta.
Oposição erra de muitas maneiras, com boa vontade ou de total má fé. Com boa vontade quando chega de última hora, não entende nada do que está acontecendo e realmente acredita que todos ali são vítimas indefesas e não que muitos fazem parte de um plano de resistência totalmente desligado dos direitos dos trabalhadores. Com má fé quando incita a guerra, quando torce pra dar merda e, se puder, ajuda como pode pra que isso aconteça.
Imprensa idem acima.
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Quando a OEA diz que os Direitos Humanos estão sendo violados na construção de Belo Monte, os aliados do governo federal dizem “A OEA não tem porra nenhuma a ver com isso”.
Mas gostariam que a ONU apurasse abusos nos casos em que a violência foi do lado de lá.
Violência é violência venha do lado que vier. Dos policiais ou dos bandidos. Dos policiais contra inocentes e também dos policiais contra bandidos. Não pode e pronto. Pode no máximo ser explicada – era um momento de extrema tensão, o sujeito ganha mal e vive no fio da navalha, ele se descontrolou. Mas não aceita, permitida, tolerada, incentivada, perdoada.
Tem gente que, com os argumentos que não aceita de um lado, defende o outro lado. Atenua a violência do bandido – marginalizado, tratado como lixo pelo Estado, humilhado pelas elites, sem educação e oportunidades. Pra mim, é a mesma coisa: explica mas a violência não pode ser assimilada, permitida, defendida.
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Como eu já disse no Twitter, se as pessoas com pregos e porretes são trabalhadores, lamento, escolheram – no meu ponto de vista – o modo errado de resistir. Se alguém acha certo, ok. Eu não acho. Até porque vira pretexto para alguns para justificar o que não deve ser justificado – a reação violenta dos policiais. “Queriam o que, aqueles arruaceiros?”. Quando a gente faz manifestações realmente pacíficas, por mais revoltados que estejamos, implora para as pessoas não criarem caso, abusarem, provocarem, fazerem m. Porque basta um flagrante de arruaça ou vandalismo para alguém dizer “Bem feito”.
Hoje em dia até mesmo algumas pessoas que pegaram em armas reconhecem que serviam de pretexto para o endurecimento da ditadura... (Eu disse PRETEXTO). E pronto, aí sobra pro Herzog, que não tinha um cazzo a ver com a resistência armada, atentados e sequestros.
Aos bandidos, minha condenação. Aos policiais violentos, idem. Aos trabalhadores que pagam pau para bandidos e/ou aceitam sua liderança, minha desaprovação (conheço gente honesta, trabalhadora, que recorre aos bandidos pra dar uma surra no filho porque tá usando droga). Aos que aplaudem a violência de um lado ou de outro (Estado, oposição, esquerda, direita), minha condenação também. Os que querem ver os exércitos americanos exterminando muçulmanos e os que acham graça em atentados a bomba contra israelenses.
Às vítimas da opressão de bandidos ou terroristas e às vítimas da opressão do Estado e suas Forças Armadas, minha igual solidariedade.
Gabinete Soninha Francine
"...But when you talk about destruction/Don't you know that you can count me out"
Sexta-feira, Janeiro 27
Nem vem!
1) Para quem tiver real interesse em saber o que penso... Sem essa de pirou, maconheira, bla bla bla:
C#gadas em série (Pinheirinho)
2) Pensamentos ou slogans igualmente cretinos: "Na favela/ periferia só tem bandido"; "na favela/periferia só tem trabalhador"
3) Discordar, ok. Distorcer ("olha o que ela pensa de todas vítimas") é desonestidade básica.
Se são trabalhadores, lamento, escolheram métodos de bandidagem. O que pretendem, "matar ou morrer"?
http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/6101-desocupacao-da-favela-pinheirinho#foto-114674
4) Esses [na foto com porretes] são criminosos tirando proveito da situação, não pessoas comuns defendendo sua terra http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/6101-desocupacao-da-favela-pinheirinho#foto-114674
5) Chamo criminosos de aproveitadores, SIM. O que é COMPLETAMENTE diferente de chamar os desabrigados de criminosos. Mas é inútil discutir com a desonestidade...
***Palavras não quebram ossos, mas não vou publicar nenhum comentário semelhante a um porrete com pregos na ponta.
2) Pensamentos ou slogans igualmente cretinos: "Na favela/ periferia só tem bandido"; "na favela/periferia só tem trabalhador"
3) Discordar, ok. Distorcer ("olha o que ela pensa de todas vítimas") é desonestidade básica.
Se são trabalhadores, lamento, escolheram métodos de bandidagem. O que pretendem, "matar ou morrer"?
http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/6101-desocupacao-da-favela-pinheirinho#foto-114674
4) Esses [na foto com porretes] são criminosos tirando proveito da situação, não pessoas comuns defendendo sua terra http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/6101-desocupacao-da-favela-pinheirinho#foto-114674
5) Chamo criminosos de aproveitadores, SIM. O que é COMPLETAMENTE diferente de chamar os desabrigados de criminosos. Mas é inútil discutir com a desonestidade...
***Palavras não quebram ossos, mas não vou publicar nenhum comentário semelhante a um porrete com pregos na ponta.
Quarta-feira, Janeiro 25
Marinheiro
Vai parecer jabá, mas não tô ganhando nada (infelizmente rsrs). É que nesse vídeo aparece o meu amigo Emerson Marinheiro, que eu mencionei alguns posts atrás :)
E o vídeo em si pode ser inspirador e esclarecedor.
Run run run...
Já fui e já voltei
Do lado de fora, a tranquilidade prometida. Do lado de cá, manhãs de terror no Playcenter. Caos doméstico. As pessoas que normalmente me ajudam a cuidar da casa e de quatro gatos e um cachorro estão de folga. Então toca dar remédio pra um, comida e água pra todos, passear com o cachorro. Limpar a areia, trocar os jornais. Lavar a louça (ou os gatos se refestelam com o leite no fundo do copo).
Até aí, fora o erro de cálculo, normal. Chato mesmo foi a hora de tirar a bicicleta do lugar onde a Helena, com toda a boa vontade, a colocou. Apertada entre a máquina de lavar, a parede e o armário de um jeito que só arrastando a máquina para conseguir extrai-la do nicho. (Máquina de lavar tem hífen?).
A máquina de lavar, talvez o leitor não saiba, é conectada ao tanque e ao ralo por mangueiras curtas, então sua mobilidade é bem reduzida. Mesmo quando consegui manobrá-la de modo a liberar o pedal que estava enganchado nela (¨%$#@), precisei fazer força para arrancar a bicicleta. E depois manobrá-la no espaço que resta entre o minhocário, a caixa de areia, o varal, baldes e bacias.
Claaaro que o pneu estava murcho. A Caloi 10 é a bicicleta que eu menos uso - foi bacana ganhar uma edição comemorativa de aniversário (da bici, não meu), mas é um veículo ultrapassado, claro. Por exemplo: para mudar a marcha, é preciso tirar a mão do guidão (ou ter dedos comprido como Listz). E tem aquela posição de corrida, tem cano ("bicicleta de homem")... Rodas super finas e rígidas (no paralelepípedo é uma delícia). Mas eu não quis ir de Dahon (a dobrável aro 20) e a Houston super confortável que vinha de presente no VLib foi surrupiada do meu jardim. Que o novo dono faça bom uso dela (#momentobudista. A gente não deseja o mal pra ninguém, NINGUÉM).
A saída do passeio para "inauguração" da ciclorrota estava marcada para 8:30 no Pelezão. Como saí atrasada, quis dar um gás para alcançar o pessoal no caminho - #estúpida. Se ao menos estivesse em uma bicicleta melhor (ou ao menos ajustada - nem todas as marchas entravam), se estivesse menos calor, se eu estivesse mais em forma, beleza. Mas no meu modelo 4.4 (safra de 67), não dá pra brincar com o ritmo. Corri na ida... Quase morri na volta.
Descontando minha forma física (de pudim), a rota precisa de aperfeiçoamentos. Um, básico: recapeamento. O asfalto é cheio de irregularidades - se você pensa que buracos e saliências são ruins para o seu carro, vc não viu nada.
Outra coisa boa é sinalização horizontal e vertical indicando as conversões. As bicicletinhas estão lá no asfalto, mas é preciso ficar (muito) atento para descobrir a hora de virar à esquerda ou direita. Marcas no chão ajudariam e placas também. (Vou procurar minhas fotos de Berlim e depois eu posto pra ver como pode ser).
Que mais, dexover... "Bike boxes" também cairiam bem - áreas preferenciais nos semáforos, à frente dos carros, para que as bicicletas consigam sair primeiro e ganhar um pouco de terreno. Ah, e placas indicando também para onde a rota leva e quanto falta para chegar - em km e em minutos estimados.
E pronto, acho que é isso. Precisa melhorar, desde o projeto até a execução - "primeira vez" tem dessas. Mas algumas correções só ficam aparentes mesmo com o uso, e ao menos saiu do papel e foi pro asfalto :)
Até aí, fora o erro de cálculo, normal. Chato mesmo foi a hora de tirar a bicicleta do lugar onde a Helena, com toda a boa vontade, a colocou. Apertada entre a máquina de lavar, a parede e o armário de um jeito que só arrastando a máquina para conseguir extrai-la do nicho. (Máquina de lavar tem hífen?).
A máquina de lavar, talvez o leitor não saiba, é conectada ao tanque e ao ralo por mangueiras curtas, então sua mobilidade é bem reduzida. Mesmo quando consegui manobrá-la de modo a liberar o pedal que estava enganchado nela (¨%$#@), precisei fazer força para arrancar a bicicleta. E depois manobrá-la no espaço que resta entre o minhocário, a caixa de areia, o varal, baldes e bacias.
Claaaro que o pneu estava murcho. A Caloi 10 é a bicicleta que eu menos uso - foi bacana ganhar uma edição comemorativa de aniversário (da bici, não meu), mas é um veículo ultrapassado, claro. Por exemplo: para mudar a marcha, é preciso tirar a mão do guidão (ou ter dedos comprido como Listz). E tem aquela posição de corrida, tem cano ("bicicleta de homem")... Rodas super finas e rígidas (no paralelepípedo é uma delícia). Mas eu não quis ir de Dahon (a dobrável aro 20) e a Houston super confortável que vinha de presente no VLib foi surrupiada do meu jardim. Que o novo dono faça bom uso dela (#momentobudista. A gente não deseja o mal pra ninguém, NINGUÉM).
A saída do passeio para "inauguração" da ciclorrota estava marcada para 8:30 no Pelezão. Como saí atrasada, quis dar um gás para alcançar o pessoal no caminho - #estúpida. Se ao menos estivesse em uma bicicleta melhor (ou ao menos ajustada - nem todas as marchas entravam), se estivesse menos calor, se eu estivesse mais em forma, beleza. Mas no meu modelo 4.4 (safra de 67), não dá pra brincar com o ritmo. Corri na ida... Quase morri na volta.
Descontando minha forma física (de pudim), a rota precisa de aperfeiçoamentos. Um, básico: recapeamento. O asfalto é cheio de irregularidades - se você pensa que buracos e saliências são ruins para o seu carro, vc não viu nada.
Outra coisa boa é sinalização horizontal e vertical indicando as conversões. As bicicletinhas estão lá no asfalto, mas é preciso ficar (muito) atento para descobrir a hora de virar à esquerda ou direita. Marcas no chão ajudariam e placas também. (Vou procurar minhas fotos de Berlim e depois eu posto pra ver como pode ser).
Que mais, dexover... "Bike boxes" também cairiam bem - áreas preferenciais nos semáforos, à frente dos carros, para que as bicicletas consigam sair primeiro e ganhar um pouco de terreno. Ah, e placas indicando também para onde a rota leva e quanto falta para chegar - em km e em minutos estimados.
E pronto, acho que é isso. Precisa melhorar, desde o projeto até a execução - "primeira vez" tem dessas. Mas algumas correções só ficam aparentes mesmo com o uso, e ao menos saiu do papel e foi pro asfalto :)
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